Category: Dicas de beleza

Principais tipos de cirurgia plástica nos seios

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países que mais fazem cirurgia plástica no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. E as cirurgias nos seios são as mais procuradas.

Porém, é preciso considerar que existem vários tipos de cirurgias plásticas que podem ser feitas nos seios, desde para aumentá-los, diminuí-los, levantá-los e até mesmo reconstruí-los, como em casos de remoção da mama devido a um câncer.

Se engana quem pensa que só mulheres fazem cirurgia nas mamas, pois há casos em que os homens recorrem à cirurgia para diminuí-las, como no caso de ginecomastia, quando as mamas crescem pelo desenvolvimento excessivo do tecido mamário.

No entanto, seja pelo motivo que for, qualquer mamoplastia só pode ser realizada após os 18 anos, pois só a partir desta idade a mama já se encontra desenvolvida.

1. Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento, aquela para aumentar o tamanho dos seios, é geralmente recomendada quando a mulher não se sente bem com o tamanho natural de seus seios, causando diminuição da autoestima, entre outros problemas psicológicos.

Vale saber, também, que há casos de mulheres que, após amamentar, perdem volume de mama e a cirurgia também pode ser usada nesses casos, geralmente, sendo colocada uma prótese de silicone, podendo ser de diversos tamanhos e ser colocada por cima do músculo do peito ou por baixo deste.

o Femme Busto gel também pode ser considerado como opção para quem deseja aumentar os seios sem precisar recorrer a cirurgia.

2. Mamoplastia redutora

A mamoplastia redutora é realizada no caso da mulher querer diminuir o tamanho de seus seios, devido a desproporcionalidade em relação ao corpo ou quando o peso dos seios causa dores nas costas.

Nesta cirurgia, é removido o excesso de gordura e pele, para chegar ao tamanho de mama mais proporcional ao corpo.

Esse tipo de cirurgia também pode ser adaptado para o homem que possui ginecomastia, eliminando o excesso de tecido mamário.

3. Mastopexia para levantar os seios

Já, no caso da mulher nem querer aumentar os seios e nem diminuí-los, apenas levantá-los, há a opção da Mastopexia, dando forma à mama, principalmente quando está muito caída e flácida, o que ocorre naturalmente a partir dos 50 anos, após amamentação ou devido a oscilações de peso.

Na mastopexia, o cirurgião levanta a mama, removendo o excesso de pele e comprimindo o tecido, sendo muito comum realizar esta cirurgia paralelamente com a mamoplastia de aumento ou redução.

4. Cirurgia de reconstrução dos seios

Já, no caso da cirurgia de reconstrução da mama, ela é feita para alterar completamente a forma, o tamanho e a aparência da mama, geralmente,  é feita  após remoção de parte da mama devido a situações de câncer.

Mas, pode ser feita apenas reconstrução do mamilo ou da aréola, no caso desta ser grande ou assimétrica, sendo comum, também, ser feita uma mamoplastia para deixar a mama mais bonita e natural.

Pós-operatório da cirurgia plástica nos seios

Vale ter em mente que a recuperação de qualquer uma dessas cirurgias costuma demorar cerca de 2 semanas e, nos primeiros dias, é normal sentir alguma dor ou desconforto na região, sendo preciso, por isso, apelar para cuidados como procurar dormir sempre de barriga  para cima; Usar uma bandagem elástica ou sutiã, Evitar fazer movimentos com os braços, Tomar analgésicos.

Em alguns casos, ainda, é preciso ficar com um dreno após a cirurgia, sendo retirado 1 a 2 dois depois e os pontos, geralmente, são retirados entre 3 dias a 1 semana.

Possíveis complicações

Embora não seja muito comum, podem haver algumas complicações após a cirurgia plástica nos seios, desde uma Infecção; ​Hematoma; Dor e sensibilidade da mama; Rejeição ou ruptura da prótese; Assimetria de mama; Sangramento ou rigidez excessiva do peito.

No mais, essas cirurgias, geralmente, são feitas com anestesia geral e demoram em média, 1 hora, e a pessoa precisa ficar internada na clínica durante cerca de 2 dias.

Fatores de Riscos das Varizes – Veja as Dicas

Não existe a menor dúvida de que a genética é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de varizes. No entanto, é fato que esse não é o único, havendo outros aspectos que podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição.

Pois bem, quando as varizes começam a se manifestar, os primeiros sintomas mais comuns são coceira, inchaço, câimbras e sensação de peso ou fadiga dos membros inferiores.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a estimativa é de que 30% dos homens e 70% das mulheres no mundo todo já possuem problema de varizes.

Essa dilatação dos vasos acontece por cada de uma disfunção das válvulas que agem regulando o fluxo de sangue. Dessa forma, quando elas não funcionam como deveriam, há um prejuízo no retorno do sangue ao coração e ele se acumula nos vasos, dilatando-os.

Mas a boa dica é que hoje exitem vários cremes que pode aliviar esses sintomas, e o varigold funciona perfeitamente para quem sofre dores e inchaço causado pelas varizes.

Principais fatores de risco para o surgimento de varizes

Dificilmente as varizes surgem apenas por um fator, ou seja, é comum a associação de dois ou mais fatores, facilitando a formação de veias dilatadas.

Dentre os principais fatores, podemos citar os seguintes:

  • Obesidade

O excesso de peso leva a um aumento da pressão nas veias, que necessitam de mais força para fazer o sangue voltar ao coração. Essa sobrecarga afeta negativamente os vasos, que acabam perdendo sua elasticidade e se dilatam, formando as varizes.

  • Tabagismo

As substâncias presentes no cigarro causam danos aos vasos e diminuem o colágeno do organismo. Com isso, os vasos ficam menos elásticos e se tornam mais propensos a dilatar.

A chance de uma pessoa que fuma apenas 4 cigarros por dia já é muito mais de desenvolver varizes do que uma pessoa que não fuma.

  • Gestação

Não é nada incomum que as mulheres desenvolvam varizes durante a gravidez. Isso pode acontecer tanto por causa dos hormônios, quanto pelo aumento do peso e do volume uterino, que leva a uma sobrecarga do corpo.

  • Sedentarismo

O corpo precisa os movimentos feitos pela musculatura dos membros inferiores, pois ajuda a bombear o sangue para o coração novamente. Já a falta de atividade física acaba limitando essa atividade e sendo favorável para o surgimento de varizes.

  • Reposição hormonal e anticoncepcional

Os hormônios presentes nesses medicamentos, especialmente a progesterona, agem favorecendo o surgimento das varizes. Isso porque, sob a ação dessas substâncias, os vasos precisam trabalhar mais para dar conta da circulação sanguínea.

O fato é que cuidar da alimentação, praticar atividades físicas e ter um estilo de vida mais saudável pode trazer inúmeros benefícios para corpo, incluindo acabar com as varizes.

8 dicas para ter cabelos ruivos perfeitos

Você tem cabelos ruivos mas eles estão sem vida? Quer ter cabelos ruivos mas tem medo de não saber tratá-los? Está na dúvida se cabelos ruivos são para você? Abaixo tiraremos essas e outras dúvidas para quem quer ter cabelos ruivos de capa de revista!

Sem dúvida, os cabelos ruivos estão no auge, um dos tons mais pedidos por todos os salões do país. Cheio de personalidade, os cabelos ruivos destacam o rosto e ainda tiram qualquer look da monotonia.

Justamente, por estarem em alta, preparamos aqui um manual básico com 10 dicas para ter cabelos ruivos de capa de revista, confira!

1) O melhor tom de ruivo para você

Sem dúvida, se pretende adotar cabelos ruivos, a primeira coisa a fazer é descobrir o tom certo para você.

A dica, para não haver erros, é pedir ajuda de um profissional,  um cabeleireiro, expert em colorimetria e visagismo, que saberá analisar seu tom de pele, a cor da sua sobrancelha e o fundo de clareamento dos seus fios, elementos que influenciam o resultado final.

Vale pesquisar fotos com a tonalidade que gostaria de adotar, e analisar se o tom serve para você.

2) Prepare o cabelo antes de ficar ruiva

Qualquer coloração fica melhor, bonita e duradoura em um cabelo saudável, até porque qualquer coloração agride os fios. Por isso, procure cuidar da saúde dos fios já nas semanas anteriores à transformação, para prepará-los.

Vale apostar em um corte no cabelo, para eliminar as pontas duplas e revitalizar os fios e, claro, caprichar na hidratação, nutrição e reconstrução capilar durante esse período. Se você é daquelas que não gosta desta opção porque seus cabelos demoram a crescer, o hairpower funciona para acelerar o crescimento e pode ser uma boa opção.

Pronto, agora com seus cabelos fortalecidos e devidamente nutridos, o resultado será muito melhor.

3) Invista em produtos específicos

Outra dica importante é investir em produtos específicos para cabelo colorido, já que tende a ressecar e a desbotar.  Usando um shampoo e condicionador adequados, irá limpar, tratar e proteger os fios da raiz às pontas, proporcionando mais brilho e maciez para os cabelos sem comprometer a pigmentação.

E vale apostar em produtos com filtro UV, já que o sol é um dos principais causadores de danos e desbotamento aos cabelos, especialmente os ruivos.

 4) Lave os cabelos com menos frequência

Embora o uso de produtos certos para lavar os cabelos possa aumentar bastante a durabilidade da coloração nos fios, mesmo assim, é fundamental reduzir a frequência das lavagens, caso queira preservar o cabelo ruivo.

Pelo fato do pigmento vermelho ser bem pequeno, ele se solta bem mais rápido dos cabelos, e isso piora ainda mais com uma rotina de lavagens diárias. Por isso, se puder, procure intercalar as lavagens para proteger a cor, evitando que os cabelos desbotem mais rápido.

5) Pegue leve com ferramentas de calor

Secador, chapinha e babyliss, esses tipos de ferramentas de calor já fazem parte do dia a dia da maioria das mulheres, mas devem ser evitadas ou, ao menos, usadas com cautela em cabelos ruivos. Isso porque o excesso de calor pode provocar o ressecamento e desbotamento da cor.

Se não der para evitar, a dica é aplicar um protetor térmico antes de usá-las.

6) Não descuide dos retoques

Cabelos ruivos se destacam muito, por isso, precisam de retoques constantes, por isso, converse com seu cabeleireiro para saber a frequência recomendada.

 7) Capriche na hidratação

Não tem jeito, o melhor tratamento para o ressecamento ainda é a hidratação, que deve ser incorporada à rotina de beleza. E vale caprichar, já que cabelos ruivos ficam facilmente ressecados.

8) Invista em tratamentos no salão

Não deixe para ir ao salão apenas para retocar a raiz, procure fazer das idas um hábito, no mínimo, mensal, para que possa fazer uma nutrição profunda com uma linha profissional, ou mesmo, para corrigir a cor e matização, ajudando a  prolongar sua durabilidade, mantendo os cabelos bonitos e saudáveis.